Cabelos e Etnias.


As proteínas, cujo nome vem da palavra grega protos, que significa “a primeira” ou a “mais importante”, são as biomoléculas mais abundantes nos seres vivos.

As proteínas assumem uma diversidade de funções biológicas, com propriedades e atividades fantasticamente distintas, As proteínas são polímeros cujas unidades constituintes fundamentais são os aminoácidos. Os aminoácidos (Figura1), por sua vez, são moléculas orgânicas as quais possuem ligadas ao mesmo átomo de carbono (denominado de carbono α) um átomo de hidrogênio, um grupo amina, um grupo carboxílico e uma cadeia lateral “R” característica para cada aminoácido. Essa cadeia lateral é o que difere os aminoácidos em sua estrutura, tamanho, cargas elétricas e solubilidade em água. Além de conferir propriedades físico-químicas diferentes a cada aminoácido, as cadeias laterais são também responsáveis por forças estabilizadoras, advindas de interações fracas (ligações de hidrogênio, hidrofóbicas, eletrostáticas etc.), que mantêm as estruturas conformacionais enoveladas das proteínas.

Você sabia que o cabelo é composto por células epidérmicas mortas?

Os fios de cabelo são constituídos por proteínas formadas por longas cadeias de aminoácidos ligadas entre si por diferentes tipos de interações. A principal proteína presente no cabelo é a queratina, rica em enxofre, o que permite uma grande quantidade das interações mostradas em I, denominadas pontes dissulfeto (ligações S–S), que são, primariamente, responsáveis pela forma do cabelo.

Figura 1 – ligações laterais de proteínas em cabelos.

Agentes redutores quebram as ligações S–S. Esse é um processo reversível, ou seja, o uso de oxidantes pode fazer que grupos –SH, formados na quebra das pontes, se liguem novamente para a formação de novas pontes S–S. Esse é o princípio aplicado ao alisamento de cabelos: um produto químico redutor é aplicado ao cabelo, que perde a forma devido à quebra das pontes dissulfeto. O cabelo é, então, moldado na forma desejada. Em seguida, aplica-se um produto químico oxidante para que novas pontes se formem e o cabelo se fixe no formato liso. Uma importante característica do cabelo é que, durante a tal escova de amônia ou a de chocolate, menta, silicone, formol ou qualquer outra que você já tenha ouvido falar quebra a estrutura capilar.  É como se o fio de cabelo fosse constituído de ‘estruturas unidas por pontes’. Pessoas com cabelo liso têm essas pontes emparelhadas; as com cabelo ondulado têm as pontes ligadas de maneira desordenada.

Figura 1 – Ilustração da raiz de um fio de cabelo.

Morfologicamente o cabelo pode ser dividido em três camadas:cutícula, córtex e medula. A cutícula,camada mais externa do cabelo, protege o córtex camada mais interna e é responsável pelas propriedades macroscópicas como penteabilidade, desembaraço, brilho e aparência geral.

O córtex é a região onde possui a maior parte da massa do fio de cabelo, responsável pela cor e fotoproteção dos cabelos devido a conter granulos de melanina.Os processos químicos como descoloração, alisamentos e tinturas atuam nesta região.

Figura 2 – A Fibra de Cabelo.

Estrutura microscópica e molecular

O componente primário da fibra do cabelo é a queratina, uma proteína mecanicamente dura. Está presente em todos os vertebrados superiores, em unhas, pêlos, chifres e penas. Existem mais de 50 genes para queratina que são expressos de modo tecido-específico.

O cabelo típico possui ~20 μm de diâmetro e é constituído de células mortas. Cortando um fio de cabelo, podemos ver a disposição das longas células corticais envolvidas por uma substância intercelular rica em lipídios e proteínas.

Os lipídios representam 3% da composição do cabelo e conferem ao cabelo uma certa impermeabilidade, garantindo a coesão da fibra capilar. A mistura de lipídios produzidos pela glândula sebácea forma um filme na superfície da pele e lubrifica o fio de cabelo, preservando assim sua flexibilidade e brilho.

A melanina, pigmento responsável pela cor natural do cabelo, representa apenas 1% da composição total do cabelo. A água constitui, em condições normais, 12 a 15% da composição do cabelo. Alguns dos outros elementos são provenientes do ambiente e estão presentes em pequenas quantidades. Outros elementos vêm diretamente do organismo. Como a raiz do cabelo possui uma boa irrigação sanguínea, substâncias trazidas pelo sangue podem ser incorporadas no cabelo durante sua formação.

A proteína do cabelo(queratina) é uma proteína estrutural e  disposta em uma conformação α-hélice.

Esta estrutura é mantida por ligações entre os átomos das diferentes cadeias. Estas ligações podem ser do tipo pontes de hidrogênio e as  ligações iônicas ou pontes dissulfeto.

Como variam as cores dos cabelos?

A melanina existe na forma de dois pigmentos: eumelanina e feomelanina.

A eumelanina é na verdade um polímero que ocorre em grânulos dentro dos  elanossomos em forma semelhante a um grão de arroz e sua coloração varia de vermelho escuro a preto. Ela é gerada a partir da tirosina, por ação da tirosinase.

A feomelanina ocorre em melanossomos com uma forma menos precisa e pode ser vista na forma de pontos difusos.

Sua coloração varia de amarelo para vermelho. Difere da eumelanina, porque, além da tirosina, outro aminoácido, a cisteína, está envolvido em sua produção. A proporção destas duas melaninas determina a coloração do cabelo. Porém, é fácil entender que o cabelo negro dos japoneses contém virtualmente somente eumelanina e que o cabelo ruivo dos irlandeses seja rico em feomelanina. É mais surpreendente descobrir que o cabelo loiro dos escandinavos é formado por eumelanina e não feomelanina. Isto está ligado à imensa quantidade de misturas possíveis destes dois pigmentos. Por isso, a distribuição de melanina, determinada pela herança genética, oferece uma paleta infinita de cores, do loiro mais claro ao negro mais escuro.

Cabelo grisalho

Quando o cabelo cresce, ele é pigmentado ou branco. A aparência grisalha do cabelo é somente um produto de uma ilusão de óptica, produzido pela mistura de um  cabelo colorido e cabelo branco.

O “embranquecimento” do cabelo pode ser explicado por uma incapacidade de alguns melanócitos em produzir pigmentos e de outros em transferir o pigmento aos queratinócitos. Os pesquisadores imaginam que exista algum mecanismo no folículo que deixe de funcionar com o envelhecimento, causando a morte das células-tronco e tornando o cabelo grisalho.


Significação cultural do cabelo

De acordo com Gomes(200?) O cabelo é um dos elementos mais visíveis e destacados do corpo. Em todo e qualquer grupo étnico ele apresenta características como visibilidade, crescimento, diferentes cores e texturas, possibilitando técnicas diversas de manipulação sem necessariamente estar subordinado ao uso de tecnologias sofisticadas.Ao mesmo tempo, a forma como o cabelo é tratado e manipulado, assim como a sua simbologia, diferem de cultura para cultura. Esse caráter  universal e particular do cabelo atesta a sua importância como ícone identitário.

Os cabelos podem ser uma expressão de personalidade, determina diferenças culturais e biológicas,é considerado indicação de status e um valor psicológico, uma vez que reforçam a auto-estima.

A escritora Ayana D. Byrd e a jornalista Lori L.Tharps (2001) registram que no início do século XV, o cabelo funcionava como um condutor de mensagens na maioria das sociedades africanas ocidentais. Muitos integrantes dessas sociedades, incluindo os Wolof, Mende, Mandingo e Iorubás, foram escravizados e trazidos para o Novo Mundo.      Nessas culturas o cabelo era parte integrante de um complexo sistema de linguagem.    Desde o surgimento da civilização africana, o estilo do cabelo tem sido usado para indicar o estado civil, a origem geográfica, a idade, a religião, a identidade étnica, a riqueza e a posição social das pessoas. Em algumas culturas, o sobrenome de uma pessoa podia ser descoberto simplesmente pelo exame do cabelo, pois cada clã tinha o seu próprio e único estilo.

O significado social do cabelo era uma riqueza para o africano. Dessa forma, os aspectos estéticos assumiam um lugar de importância na vida cultural das diferentes etnias. Várias comunidades da África Ocidental admiravam a mulher de cabeça delicada com cabelos anelados e grossos. Esse padrão estético demonstrava força, poder de multiplicação, prosperidade e a possibilidade de parir crianças saudáveis.

Um estilo particular de cabelo poderia ser usado para  atrair a pessoa do sexo oposto ou como sinal de um ritual religioso. Na Nigéria, se uma mulher deixava o cabelo despenteado era sinal de que alguma coisa estava errada: a mulher estava de luto, deprimida ou suja. Para os Mende, um cabelo despenteado, desleixado ou sujo implicava que a mulher tinha “perdido” a moral ou era insana.

A força simbólica do cabelo para os africanos continua de maneira recriada e ressignificada entre nós, seus descendentes. Ela pode ser vista nas práticas cotidianas e nas intervenções estéticas desenvolvidas pelas cabeleireiras e cabeleireiros étnicos, pelas trançadeiras em domicílio, pela família negra que corta e penteia o cabelo da menina e do menino. Pode ser vista também nas tranças, nos dreads e penteados usados pela juventude negra e branca. Se no processo da escravidão o negro não encontrava no seu cotidiano um lugar, quer fosse público ou privado, para celebrar o cabelo como se fazia na África, no mundo contemporâneo alguns espaços foram construídos para atender a essa prática cultural. Os salões étnicos espalhados pelas mais diferentes cidades e estados brasileiros apresentam-se como um dos espaços em que essa celebração é possível. Será que ela também é possível na escola?

Assim, não é só por mera vaidade ou por não se sentirem satisfeitos com a sua aparência que os negros e as negras dão tanta atenção ao cabelo. Para o homem e a mulher negra, manipular o cabelo representa uma dentre as múltiplas formas de expressão da corporeidade e da cultura, as quais remetem a uma raiz ancestral. Nesse sentido, os penteados utilizados pelos negros da diáspora e suas técnicas complexas mantêm uma certa inspiração africana, mesmo que esta não esteja no plano da consciência. A presença da cultura negra no Brasil, na qual insiro os penteados e a manipulação do cabelo, pode ser vista dentro de um movimento de circularidade cultural. O fato de haver uma circulação desses elementos da África para o Novo Mundo, e dele retornando e influenciando,  inclusive, a moda e o estilo dos africanos contemporâneos, reforça a minha hipótese da profunda capacidade de enraizamento da matriz africana na construção da cultura negra em nosso país. Reitero que não há, no Brasil, nenhuma cópia ou reprodução literal da cultura de matriz africana, mas sua recriação a partir da construção histórica e social do negro da diáspora.

Encontramos no Brasil, a manipulação do cabelo através dos cortes, tranças, penteados e diferentes estilos, e que esta pode ser considerada um dos aspectos da cultura negra em nosso país.

 

Diferenças étnicas

Os cabelos são classificados em três tipos de acordo com as etnias: afro-americano, caucasiano e oriental. A comparação entre os diversos tipos de cabelos na forma virgem mostra que eles possuem propriedades mecânicas diferenciadas entre si.

Em um estudo morfológico – Fotomicroscopia comparativo das estruturas do cabelo de três etnias: africana, asiático e caucasiana foi confirmada a aparência do tipo mola espiral encaracolada do cabelo africano comparada às hastes de cabelo retos ou ondulados dos voluntários asiáticos e caucasianos. Observou-se que o comprimento médio dos cabelos africanos (54± 22 milímetros) era significativamente mais curto do que Caucasiano (219 ± 75 milímetros) e asiático ( 250 ± 21 milímetros) grupos. O exame das hastes do cabelo mostrou uma incidência elevada de cabelos sem raiz unida (quebrados) nas amostras africanas. Além disso, observou-se que muitas das hastes de cabelo africano apresentaram nós, como mostra a figura A. É possível notar a sensibilidade do cabelo afro e os danos presentes na cutícula expondo a fibras corticais em C e D. Em B, foi encontrado um único nó em cabelos caucasianos e nenhum nó em cabelos asiáticos ao serem submetidos a ação de pentear. Isso nos leva a entender porque o penteado dreadlock (não necessitam de pentear) preservam os fios e o cabelo cresce mais sem sofrer quebras.

Forma do cabelo

    Independente do fato de ser liso, ondulado, crespo ou encaracolado, um cabelo é sempre o mesmo. A análise química não mostrou nenhuma diferença bioquímica principal entre os vários grupos étnicos. Sua composição básica é de queratina invariavelmente. Por outro lado, a forma do cabelo varia enormemente. As diferenças dependem em grande parte da secção transversal do cabelo e de como ele cresce. Estudos indicam que estes dois elementos estão intimamente relacionados à forma do folículo piloso e sua posição no couro cabeludo.

A secção transversal de um cabelo é uma elipse que pode tender mais ou menos para um círculo. Uma analogia com outros materiais mostra como a secção transversal pode influenciar na aparência do cabelo no espaço: nas mesmas condições de tamanho, uma faixa fina se enrola muito mais facilmente do que uma corda cilíndrica. Por isso, os asiáticos possuem cabelo com uma secção transversal mais grossa e cilíndrica, enquanto que os africanos possuem uma secção transversal achatada e fina, formando o cabelo crespo e encaracolado com anéis de até poucos milímetros de diâmetro. Caucasianos possuem uma secção transversal muito mais variada, porém sendo mais ou menos elíptica. O cabelo dos caucasianos vai desde ondulado até bastante cacheado (Tabela 1).

Tabela 1 – Diferenças de cabelos nas diversas etnias.

Figura 4 – Estrutura do cabelo de acordo com a etnia.

Referências:

BARBOSA, A.; SILVA, R.R. Quím. Nova na Escola 1995,v.  2.

FRANCISCO JÙNIOR, W. E.; FRANCISCO, WELINGTON. Proteínas como Tema de Ensino de Química QUÍMICA NOVA NA ESCOLA N° 24, NOVEMBRO 2006

GOMES, NILMA LINO. Sem perder a raiz – Corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. São Paulo: Autêntica, 416 p., ano 2007.

KHUMALO et al. What is normal in African Hair. Journal of the American Academy of Dermatology. V.43, n.5, p.814-820, nov.2000.

TORRES, BAYARDO B.. Bioquímica da Beleza. Departamento de Bioquímica, Instituto de química – USP, 2005, 149p..

Ruim que nada, Cabelo bonito é o seu. Disponível em: http://www.ibase.br/cgi-local/mail2/dada/mail.cgi/archive/Ibase/20061121152934/  Acesso em: jul/11

Publicado em: 3 de outubro de 2011 às 14:43

  1. #1 por Eli em 11/01/2012 - 09:03

    Hola! Estupenda esta materia. Me gustaria ver aqui mas cosas sobre el cabello africano. Los types 4a,b y c. interesantissima estos esclarecimientos.
    Enhorabuena!!

    Saludos de España

    • #2 por patriciafsdm em 01/06/2012 - 11:29

      Gracias e me encuentro a disposición para mayores aclaraciónes!!

      Saludos de Brasil

      Patricia

  2. #3 por Max em 09/02/2012 - 00:05

    Boa noite,
    E primeiro lugar meus parabens ,maravilhoso esse sate tudo muito bem explicado com um conteúdo sem igual,
    queria muito conhecer a pessoa que fez essa grande pesquisa
    Sou visagista e terapeuta capilar formado na Anhembi Morumbi fazendo Pós no Senac em cosmetologia o foco do meu TCC é cabelo afro negroide
    se puder me responder obrigado

    att:Max

    • #4 por patriciafsdm em 01/06/2012 - 11:23

      Prezado Max,

      Agradeço o interesse e me coloco à disposição para maiores esclarecimentos no que tiver ao meu alcance.
      Grata
      Patrícia

  3. #5 por runescape gold em 18/05/2012 - 06:45

    Hi I am Hempel Schorn. Your blog is really Smart, helps greatly! Enjoy stay here.
    runescape gold

    • #6 por patriciafsdm em 01/06/2012 - 11:31

      Thanks Hempel, you’re welcome!

  4. #7 por Elicélia em 02/08/2012 - 22:16

    Sua matéria venho me ajudar muito. Consegui altos conhecimentos. Muito obrigada pela disponibilidade da ajuda!

    Queria tirar uma duvida com você, que tenho em relação a cabelo afro, se me permite.
    Sabe me dizer, cabelo afro, não contém a mesma quantidade de queratina, que um cabelo comum?
    OU até nem teria?

    Poderia me tirar essa duvida, tenho um trabalho a fazer, e preciso ter a certeza da resposta.

    Muito obrigada mesmo!!!

    • #8 por patriciafsdm em 30/01/2014 - 17:38

      Na verdade Elicélia o cabelo afro é mais sensível do que o cabelo ondulado e liso, mas possui a mesma quantidade de queratina sim.

  5. #9 por RITA CHAGAS em 19/08/2012 - 16:29

    PATRICIA, PARABÉNS, VC FEZ UM TRABALHO TOTALMENTE EXCLARECEDOR, RICO E COEZO.VC PAUTOU LÓGICA NO PENSAMENTO DE QUEM LÊ A MATÉRIA, AMEIIIII.AMANHA VOU FAZER UMA PALESTRA SOBRE O TIOGLICOLATO, ESTAREI TOTALMENTE EMBASADA EM SUA MATÉRIA.OBRIGADA POR VEICULAR ON-LINE SEU TRABALHO.

  6. #10 por Daniele de Oliveira em 13/09/2012 - 18:14

    Cabelos sempre foi minha paixão! Muito boa a forma de simplificação da linguagem sem desvalorizar a riqueza do conteúdo.

  7. #11 por Maria Helena Farrrajota em 16/12/2012 - 00:29

    Muito obrigada por todas as explicações. São elucidativas e parecem de muito rigor científico. Vou lelas ainda com mais atenção.
    Helena.
    Saudações de Loulé, Portugal

  8. #12 por Joyce Bandeira em 04/01/2013 - 10:37

    Eu gostaria de saber se com o avanço da tecnologia, há alguma possibilidade de ser modificada a raiz dos cabelos, de maneira que, quem tem cabelos crespos passem a ter cabelos lisos?

  9. #13 por kamila faria machado weidmann em 07/01/2013 - 14:58

    o cabelo caucasiana seria o ruivo? desde já obrigada!!!

    • #14 por patriciafsdm em 30/01/2014 - 17:36

      Seria o castanho, ruivo e loiro. Tipico dos europeus,ok?

  10. #15 por Anônimo em 05/02/2013 - 23:27

    Tenho o cabelo encaracolado, cabelo muito fino, queria saber qual o melhor produto para alisar..

  11. #16 por Jonathas em 19/02/2013 - 18:41

    De ótima qualidade essas informações!

    Visitei o site por acaso, mas me foi muito útil apesar de eu não ter encontrado resposta à pergunta que me motivou a fazer a busca na internet.

    Gostaria de saber se existe algum tratamento com ou sem intervenção cirúrgica e manipulação genética que “altere a anatomia dos folículos ou as estruturas químicas formadas por ‘pontes’ para uma mudança do tipo de fio, isto é, de cacheado ou ondulado para liso.

    Desde já grato,

    Jonathas Ferreira.

  12. #17 por Iva em 23/07/2013 - 22:49

    Primeiramente queria deixar um parabéns pela quantidade de informações que foi passada, e que acabou me acrescentando muito conhecimento sobre o assunto. Agora, queria perguntar um duvida que sempre tive: se existe alguma especie de tratamento ou coisa parecida que possa transformar uma raiz crespa em uma raiz lisa; por exemplo, tenho um cabelo crespo e depois desse “tratamento’, se ele existir, minha raiz ficar lisa, e mesmo se eu raspar o cabelo ele nascerá liso, e ficará assim permanentemente. Por favor me esclareça essa duvida. Desde já abraz, e parabéns pelo blog!

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